Uma mensagem que circula pelo Whatsapp ameaçando estudantes de escolas de Minas Gerais, gerou pânico entre os pais dos alunos.
O texto diz que um dos desafios propostos pelo macabro "jogo da baleia azul" seria envenenar 30 crianças e que a Escola Estadual Nilo Morais Pinheiro seria o alvo escolhido pelo adolescente desafiado. A Polícia Militar está investigando o caso para chegar ao autor da mensagem e a suposta ligação com o jogo, que estimula seus participantes a cometer atrocidades levando até mesmo ao suicídio.
O diretor da escola relatada nas mensagens , Robson Nogueira, contou que assim que a instituição tomou conhecimento da ameaça, convocou uma
reunião para decidir quais medidas seriam tomadas. A escola que conta com cerca de 800 alunos teve sua segurança reforçada. Além disso, os alunos
foram alertados a não aceitarem nenhum tipo de doce, já que o texto
afirmava que o envenenamento ocorreria atráves de balas.
— Começamos a receber mensagens dos pais
preocupados conforme a mensagem era compartilhada, mas a situação
manteve-se tranquila e as aulas foram mantidas. Apesar disso,muitos pais
foram buscar os filhos na escola devido ao medo — afirmou o diretor.
O diretor da escola e o tenente
chamaram atenção para o fato de que envenenamento de terceiros é uma
prática que não está vinculada aos casos já observados do desafio da
Baleia Azul, cuja principal preocupação social está relacionada à
automutilação e ao suicídio.
— Desconfiei
que a mensagem de uma pessoa alegando participar do Baleia Azul fosse
falsa porque já havíamos recebido o mesmo texto, mas vindo de outros
lugares. A única diferença era que mudaram o nome da cidade e das
escolas — afirmou Fernandes.
A Polícia
Militar aumentou o patrulhamento nos aredores das escolas da região,
principalmente, nos horários de entrada e saída dos alunos.
—
Acreditamos que tenha sido uma brincadeira mau gosto, mas o
policiamento foi implementado com maior efetividade — disse, ressaltando
que não há casos de participação do desafio em Ipanema.
Vale salientar para que os pais monitorem seus filhos. Fiquem atentos em suas redes sociais, e a qualquer mudança repentina de comportamento.
Fonte e créditos: Extra


